Para construtoras e incorporadoras que rodam Sienge

O dinheiro sai da obra por dez portas.

Sua equipe consegue conferir duas — por amostragem, três meses depois, quando a nota já foi paga. O SIFIA lê o ERP que você já usa, reconstrói o dado ao centavo e roda auditoria contínua sobre cada ordem de compra, nota, medição e aditivo. Você só paga o sucesso sobre o que confirmar que recuperou.

achado · SUP-006 @1.2 severidade alta

Mesma nota fiscal, paga duas vezes

NF 4471 · série 1 · fornecedor 08812 Liquidada em 12/03 e novamente em 04/04 Obra: SPE Residencial — torre B
valor em risco R$ 118.400,00
evidência
títulos CP #2214 e #2390 · OC 5567 · snapshot dos campos na data
memória
mesmo fornecedor, mesma NF, dois títulos liquidados; nenhum estorno na linha do tempo até 30/04
regra
SUP-006@1.2 · janela 30 dias · exige respaldo de OC
dado
carga de 26/07, 03:12 — conciliada com o relatório oficial

exemplo ilustrativo · valores e identificadores fictícios

Roda no seu dado, não num questionário

Conecta ao Sienge por leitura autorizada. Nada de planilha enviada por e-mail, nada de checklist preenchido à mão.

Um banco só seu

Cada cliente tem um banco de dados separado. Não existe base compartilhada, nem modelo treinado com o dado da concorrência.

O número bate com o seu ERP

Antes da primeira tela, contas a pagar e a receber são conferidas ao centavo contra o relatório que você já emite.

01 · por que escapa

Não é falta de controle. É falta de escala.

Seu controller é competente e suas alçadas existem no papel. O problema é aritmético: o volume de documentos que uma obra gera por ano é maior do que qualquer equipe consegue conferir linha a linha.

A amostragem só acha o que a amostra pegou

Auditoria por amostragem de 5% encontra, na melhor das hipóteses, 5% do problema. O resto não é "inexistente" — é não olhado. E as duas coisas ficam iguais no relatório final.

Quando o relatório sai, o dinheiro já saiu

Um ciclo trimestral encontra o sobrepreço depois do pagamento, depois da medição aprovada, às vezes depois da obra entregue. Recuperar então vira negociação; antes, era só não pagar.

Ferramenta genérica não fala obra

Plataforma horizontal de auditoria não sabe o que é medição acumulada, aditivo, SPE, permuta ou retenção técnica. Ela te dá um formulário. O trabalho de entender a obra continua sendo seu.

02 · o que a auditoria procura

Dez portas. Todas vigiadas, todo dia.

Cada regra roda sobre o universo inteiro — não sobre amostra — e calcula o valor em risco em reais. Os limites de cada uma são parametrizados no seu contrato: construtora de porte diferente não compartilha régua.

SUP-001

Sobrepreço contra referência pública

Preço unitário praticado comparado à referência oficial da competência, do seu estado e da sua variante. Dispara por desvio percentual e por valor absoluto — compra pequena não vira ruído.

valor em risco: (preço praticado − preço de referência) × quantidade

SUP-002

Desvio contra o seu próprio histórico

O mesmo insumo, comprado pela sua empresa, normalizado por unidade. Cobre o catálogo inteiro — inclusive o que não tem correspondência na tabela pública.

valor em risco: (preço − mediana histórica) × quantidade

SUP-003

Quebra de alçada

Operação aprovada por quem não tinha limite para aprovar — ou sem aprovação nenhuma na cadeia. A matriz de alçadas é a sua, vigente na data do fato.

valor em risco: valor da operação fora de alçada

SUP-004

Fracionamento de compra

Várias ordens pequenas para o mesmo fornecedor, ou do mesmo insumo na mesma obra, dentro de uma janela curta — o padrão clássico de driblar um limite de alçada.

valor em risco: soma das ordens fracionadas acima do limite

SUP-005

Fornecedor não homologado

Compra acima do piso de materialidade feita de fornecedor fora da lista de homologados vigente na data — não a lista de hoje, a de quando a compra aconteceu.

valor em risco: exposição da compra irregular

SUP-006

Duplicidade de pagamento

A mesma nota paga duas vezes; ou mesmo fornecedor, mesmo valor, datas próximas sem nota distinta; ou nota paga sem ordem de compra que a respalde. Olha a linha do tempo completa antes de acusar — estorno já feito não vira achado.

valor em risco: o valor pago em duplicidade — a recuperação mais direta do catálogo

SUP-007

Reajuste acima do índice contratado

Reajuste aplicado maior que o índice pactuado acumulado da data-base até o evento. Antes de emitir, cruza com os aditivos: renegociação formalizada não é achado.

valor em risco: (reajuste aplicado − reajuste devido) × base

SUP-008

Aditivo sem respaldo ou excessivo

Aditivos acumulados acima do percentual que você definiu sobre o contrato original, ou sem justificativa documentada anexa.

valor em risco: excedente aditivado sem respaldo

SUP-009

Medição divergente do contratado

Item medido acumulado acima do quantitativo contratado somado aos aditivos, ou preço unitário medido diferente do preço de contrato.

valor em risco: quantidade ou preço medido além do contratado

SUP-010

Concentração de fornecedor

Participação de um fornecedor numa categoria acima do teto que você definiu. É sinal de risco de dependência, não de perda — e por isso não gera cobrança de sucesso.

informativa · severidade com teto, sem valor de perda

Toda regra é versionada. Mudança de lógica muda a versão maior; mudança de redação, a menor. Quando você rejeita um achado, o motivo vira precedente na sua base — e aquele padrão específico para de te incomodar. Sem que isso apareça na base de mais ninguém.

03 · o contrato de explicabilidade

Um achado só existe se carregar quatro coisas.

A pergunta que mata qualquer ferramenta de auditoria é "como você chegou nesse número?". Aqui a resposta não depende de alguém lembrar: ela nasce grudada no achado, ou o achado não é emitido.

a

A regra e os parâmetros usados

Qual regra, em que versão, e os valores dos limites que estavam vigentes naquele momento — os números resolvidos, não uma referência a uma configuração que mudou depois.

b

A evidência, com identificador

Os IDs dos registros de origem — ordem de compra, nota, medição, contrato — mais uma fotografia dos campos relevantes como estavam. Dá para abrir no seu ERP e conferir.

c

A versão do dado

De qual carga aquele número veio e, para preço, qual competência e qual variante da tabela de referência. Achado não flutua entre execuções.

d

A memória de cálculo

A conta escrita em português, gerada por modelo determinístico da própria regra — não por inteligência artificial solta. A IA pode resumir depois; ela nunca produz o número.

04 · o papel da inteligência artificial

A IA trabalha. Ela nunca decide sozinha.

Todo mundo hoje diz que usa IA. A pergunta certa não é se usa — é o que ela tem permissão de fazer com o seu dinheiro. Aqui as respostas estão em código, não em política.

nunca emite achado

Quem acha é a regra, não o modelo

O motor que varre suas compras é determinístico: mesma entrada, mesma saída, sempre. Um achado que muda de opinião entre duas execuções não se sustenta numa reunião de diretoria.

nunca calcula o valor

O número vem da fórmula, a IA vem depois

O valor em risco sai do cálculo da regra. A IA redige o resumo executivo a partir dessa memória, marcada como redação — e se ela inventar um número, um verificador rebaixa a resposta antes de você ler.

nunca muda o estado

Ela propõe. Sua equipe decide.

Nenhum agente confirma achado, descarta achado ou reordena a fila. Ele anota contexto útil — "mesmo fornecedor em três achados abertos" — e para por aí.

nunca vê outro cliente

Seu dado não treina o modelo de ninguém

Cada cliente tem banco próprio, e o que o motor aprende com as suas decisões fica na sua base. Não existe modelo global de preços alimentado pela sua concorrência — nem pelo seu dado alimentando a dela.

05 · do achado à fatura

O valor tem três vidas — e só a terceira é cobrada.

Esta é a parte que costuma ser vaga nos contratos de sucesso, e por isso está desenhada em detalhe. O que o motor estima nunca vira fatura. O que vira fatura é o que você confirmou que voltou para o caixa.

valor estimado

O motor calcula pela fórmula da regra e grava imutável. Aparece em relatório como funil — nunca em cobrança.

motor
em análise

Seu auditor assume o achado, confere a evidência e pode ajustar o valor — com memória de cálculo registrada. Ou marca como falso positivo, e isso vira precedente na sua base.

sua equipe
confirmado

O achado é real e o valor ajustado está aceito. Ainda não é fatura: falta o dinheiro efetivamente voltar ou o desembolso efetivamente não acontecer.

sua equipe
valor recuperado

Um aprovador da sua empresa, com segundo fator de autenticação, assina que o valor voltou — estorno, glosa de medição, renegociação documentada, ou compra cancelada. Só aqui nasce a base de cobrança.

vira fatura
o que é fixo

Assinatura

a definir / mês por empresa

  • Painéis executivos: fluxo de caixa, contas a pagar e receber, carteira, comercial, custo, viabilidade e raio-x por obra
  • Copiloto: pergunta em português, resposta com o número e a evidência
  • Banco de dados exclusivo, conciliação ao centavo e trilha de auditoria
  • Limites de obras ativas e usuários definidos no plano
o que só existe se der resultado

Sucesso

x% sobre o valor que você confirmar

  • Um achado fatura no máximo uma vez. Reaberto por evidência nova, é achado novo e só cobra valor novo
  • Apuração mensal fechada por corte; resolução retroativa entra no mês seguinte e nunca reabre fatura emitida
  • Contestar uma fatura é apontar os achados — e cada achado carrega a evidência e a sua própria assinatura
  • Piso, teto e carência são cláusulas do seu contrato, não configuração nossa
06 · onde estamos, sem maquiagem

Nós dizemos o que já roda e o que está sendo construído.

Um produto que promete nunca mostrar um zero no lugar de "não sei" não pode ser vendido com um roadmap disfarçado de tela pronta. Então: isto é o que está no ar hoje, e isto é o que vem.

no ar

A base financeira

  • Integração com o Sienge — carga histórica completa, com retomada em caso de falha e trava contra dado que some sem explicação
  • Painéis executivos — contas a pagar e a receber vivos, catálogo de camadas, simulador de viabilidade, grid de fluxo projetado
  • Conciliação ao centavo contra o relatório oficial do cliente — é o que autoriza o go-live
  • Copiloto conversacional com verificação de número e evidência citada
  • Banco separado por cliente, permissão por linha, segundo fator no desembolso, trilha de auditoria

Também prontos: conectores de CRM de vendas e de planejamento físico de obra, e a camada de previsão de caixa com cenários — cada modelo obrigado a vencer o baseline antes de existir.

em construção

O motor de auditoria de suprimentos

  • As dez regras da seção 02, com calibração dos limites sobre dado real de cliente
  • Ciclo do achado, fila de análise e a porta bilateral que fixa o valor recuperado
  • Ingestão da tabela pública de referência de preços e das séries de índices
  • Apuração automática do valor de sucesso e emissão de fatura

A parte difícil já está feita. O que trava projetos de auditoria não é escrever a regra — é ter o dado da obra normalizado, conciliado e confiável para rodar a regra em cima. Essa fundação está de pé e provada.

07 · como entra

Cinco etapas. Você assina em cada uma.

Implantação não é projeto aberto — é um procedimento executável, com semáforo por etapa. Nenhuma avança sozinha, e etapa não concluída nunca conta como verde.

etapa 1

Banco provisionado

Um banco novo, exclusivo, com o esquema aplicado e as permissões ligadas.

etapa 2 · você assina

Credencial testada

Acesso de leitura ao seu ERP, testado de verdade antes de ser guardado no cofre.

etapa 3

Histórico carregado

Anos de movimento, em janelas com ponto de retomada. Nada de começar do zero se cair.

etapa 4 · você assina

Suas regras, do zero

Perímetro de SPEs, identidade das obras, classificação de recebidos, regime fiscal. Nada herdado de outro cliente.

etapa 5 · você assina

Conciliação ao centavo

Contas a pagar e a receber batendo com o seu relatório oficial. É isso que libera o go-live — não o semáforo da carga.

o próximo passo

Comece pelo diagnóstico, não pelo contrato.

Conectamos ao seu ambiente em leitura, carregamos o histórico e mostramos a conciliação ao centavo. Se o número não bater com o seu relatório oficial, você não segue — e não deve nada.

O que você fornece

Um usuário de API do Sienge com permissão de leitura, e algumas horas do seu controller para confirmar perímetro e regras.

O que você recebe

O painel executivo funcionando sobre o seu histórico e um dossiê de implantação com a trilha inteira do que foi feito.

O que decide

A conciliação. Se contas a pagar e a receber não fecharem ao centavo contra o seu relatório, o diagnóstico falhou — e nós dizemos isso.